segunda-feira, dezembro 04, 2006

elas não me saem da cabeça:

Soergo meu passado e meu futuro
E digo à boca do
Tempo que os devore.
E degustando o êxito do Agora
A cada instante me vejo renascendo

E no teu rosto. Túlio, faz-se um
Tempo Imperecível, justo
Igual à hora primeira, nova, hora-menina
Quando se morde o fruto.
Faz-se o Presente.
em olhar para trás nem para frente:
Indescritível, recortada, fixa.

Translúcida me vejo na tua vida
Hilda




Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha

Fases que vão e que vêm,
no secreto calendárioque um astrólogo
arbitrárioinventou para meu uso.
E roda a melancoliaseu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases, como a lua...)
No dia de alguém ser meunão é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia, o outro desapareceu...
Cecília
se avexe não, que amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada
se avexe não que a lagarta rasteja até o dia eme que cria asa
musiquinha do filme A Máquina

Nenhum comentário: