quarta-feira, novembro 29, 2006


Meu poder de mar nunca me escapou. De amar, de amargar, de argumentar, nada cessa. Mas desacelera a cada vez que interrompem meu salto no ar. Fico vagando então, esperando meu solstício de inverno, invertendo o fuso, em gestos descomunais pra não sentir o sal de amar.

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