Não. Muito longe de ser um manifesto da “solteira convicta”, queria apenas buscar os pontos comuns, conciliando percepções captadas nas convivências interessantes da vida. É, me despertei para o amor múltiplo. O "amar e desamar" de Drummond, a liberdade de se prender a muitas pessoas, de se deixar levar, de dizer não e sim, sem cerimônias! Percebo tantas pessoas cansadas de relacionamentos difíceis, casamentos sem sentido, namoros saturados. A institucionalização do amor.....Inevitável. E sinceramente não consigo digerir os relacionamentos abertos.
Por essa e outras que resolvi só amar. Uns e outros e o próximo. Quero as histórias, horas de conversa, beijos displicentes, olhares provocantes, abraços cada vez mais fortes e quero por muito tempo ainda. Não precisa ligar no outro dia. Nem precisa explicações. Simples assim. Sem muito apego.
Por essa e outras que resolvi só amar. Uns e outros e o próximo. Quero as histórias, horas de conversa, beijos displicentes, olhares provocantes, abraços cada vez mais fortes e quero por muito tempo ainda. Não precisa ligar no outro dia. Nem precisa explicações. Simples assim. Sem muito apego.
E pode ser triste, pode não ser correspondido, pode ser complicado, mas ao menos estamos sentindo. Sentindo..... E claro, essas relações abrigam os amigos e apenas amigos, amores platônicos, amores insanos, amores casuais, enfim, o objeto de amor é o que menos importa. “Somos aquilo que amamos e não a quem amamos”. Importa permanecer nas pessoas, impregnados na memória, no imaginário coletivo.
Texto dedicado aos amigos “bon vivants” de BSB que inspiraram tudo isso aí!
Texto dedicado aos amigos “bon vivants” de BSB que inspiraram tudo isso aí!

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