sábado, dezembro 23, 2006


Nas mesas todas, apostas
Aposto as cartas que empunho
Rode a melancolia seu interminável fuso!
E escolha quem irá rodar com ela

Curingas não trago entre as cartas
Ou mesmo sorte de principiante
Dou as cartas, faço trincas
Embaralhando sentimentos

Na jogatina de amantes

Da trama

Azar no jogo, sorte no amor
jogo do azar, sorte de quem não ama

3 comentários:

Renato Rocha disse...

Ah, só jogo cartas quando não há escapatória. Quando não há mais absolutamente nada para fazer.

Leocartunista disse...

Parabens!!!muito rico essa poesia...muito lindo....como tudo q vc escreve!!!

Pororoquinha disse...

Lola vc me surpreende mais e mais a cada dia!