
Nas mesas todas, apostas
Aposto as cartas que empunho
Rode a melancolia seu interminável fuso!
E escolha quem irá rodar com ela
Curingas não trago entre as cartas
Ou mesmo sorte de principiante
Dou as cartas, faço trincas
Embaralhando sentimentos
Na jogatina de amantes
Da trama
Azar no jogo, sorte no amor
jogo do azar, sorte de quem não ama

3 comentários:
Ah, só jogo cartas quando não há escapatória. Quando não há mais absolutamente nada para fazer.
Parabens!!!muito rico essa poesia...muito lindo....como tudo q vc escreve!!!
Lola vc me surpreende mais e mais a cada dia!
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