
Quanto mais me atenho a própria vida que carrego, mais pesada fica. Agora dei para descobrir certas imperfeições insuportáveis, a acordar suspensa de tudo, assistir à minha própria história e ainda tecer comentários.
Outro dia, madrugada, escuro como o quê, eu acordo subitamente, com uma sensação estranha como se estivesse personificada na dúvida mais antiga do ser humano. Que porra eu tô fazendo nesse mundo? E não era uma duvidazinha, uma suspeita, um devaneio. Era a nítida angústia de querer saber o quê faço eu aqui.
Não acho que seja loucura porque os loucos não pensam sobre seu próprio estado de insanidade. Mas se for degenerativo este meu estado, aí lascou-se. Se passo horas dedicadas ao que me cerca, suspeito que esteja perdendo coisas interessantes fora daqui, desse universo particular.

3 comentários:
Oi Lorenaaaa! Hmmmm... gostei do seu texto, viu!? Por falar nisso, às vezes também me faço este questionamento... Eu penso que não descobriremos nunca o motivo pelo qual estamos aqui, mas são os nossos objetivos que nos ajudam a continuar.
Beijos
;þ
êta filosofia brava hein...nossa como vc escreve bem...estou muito feliz q alguem do seu nível visitou meu blog...desculpe por demorar tanto a responder seu comentário...o tempo é corrigo e a vida é escorrida(rsrs)mas assim q der eu faço seu anjo!!!Obrigado pela visita,traga a família e amigos...vcs sempre serão bem vindos...sucesso e parabéns!!!
Ah, o eterno questionamento...
quem nunca se fez essa pergunta, quem nunca ficou na duvida de que caminho seguir, o pior é que sempre temos que nos adaptar ao meio, dar uma justificativa, seja pra familia ou pra sociedade, e o pior é que assim nem sempre fazemos aquilo que realmente queremos, aquilo que nos da prazer de verdade.
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